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Geraldo Mendes defende tolerância zero e aprovação do PL Antifacção
"Não aceitaremos a impunidade nem o avanço das facções que tentam ditar as regras no nosso país", afirma o deputado federal
Cristina EstecheJornalista
2 min de leitura
Deputado federal Geraldo Mendes (Foto: divulgação)
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O deputado federal Geraldo Mendes (União) reafirmou a postura de combate intransigente à criminalidade ao celebrar um avanço histórico no Congresso. Para o parlamentar, a segurança das famílias brasileiras não aceita hesitação: o Estado precisa agir com mão de ferro contra quem desafia a ordem pública.
O combate ao crime exige firmeza e leis que parem de beneficiar o bandido em detrimento do cidadão de bem. Não aceitaremos a impunidade nem o avanço das facções que tentam ditar as regras no nosso país. Segurança pública é a nossa prioridade absoluta.
Alinhada a essa visão, a Câmara dos Deputados aprovou nessa terça (24) o Projeto de Lei Antifacção (PL 5582/25). A proposta, de acordo com Mendes, agora segue para sanção presidencial, e representa um novo marco legal no enfrentamento às organizações criminosas e milícias.
De acordo com o parlamentar, os principais pontos da nova lei são:
Punição Exemplar: Penas de reclusão severas, podendo chegar de 20 a 40 anos para integrantes de facções;
Asfixia Financeira: Mecanismos ágeis para a apreensão de bens de investigados, atingindo o bolso do crime;
Fim das Regalias: Vedação total de benefícios como anistia, indulto ou liberdade condicional para condenados sob a nova lei;
Enfrentamento Estruturado: Classificação de facções como "domínio social estruturado", permitindo que o Estado use ferramentas de inteligência e força mais eficazes;
Moralidade Eleitoral: Restrição do voto para presos provisórios, garantindo que o sistema carcerário não interfira no processo democrático.
Para Geraldo Mendes, o recado é claro: o crime organizado não terá espaço para crescer. Conforme disse o deputado em redes sociais, o fortalecimento das leis é o "único caminho para devolver a paz e a tranquilidade que cada família brasileira merece".
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