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Brasília - O ministro da Saúde, Ricardo Barros, concede sua primeira entrevista coletiva à imprensa sobre assuntos relacionados à pasta (Wilson Dias/Agência Brasil)
EM BRASÍLIA

Ricardo Barros acena em descumprir decisões judiciais: “Não dá mais”

“O Judiciário vai ter que se acomodar nesse avançar nas prerrogativas do Executivo e do Legislativo", afirma Ricardo Barros em evento da CNI

Cristina Esteche
Cristina Esteche Jornalista
2 min de leitura

Brasília - O ministro da Saúde, Ricardo Barros, concede sua primeira entrevista coletiva à imprensa sobre assuntos relacionados à pasta (Wilson Dias/Agência Brasil)

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Ricardo Barros (Foto: Arquivo/RSN)[/caption] O líder do governo na Câmara dos Deputados, o paranaense Ricardo Barros (PP), não poupou críticas ao Judiciário nesta terça (8). Conforme Barros, vai chegar uma hora em que as decisões do poder Judiciário serão descumpridas. "Não têm fundamento nenhum”. Não dá mais”. A afirmação ocorreu em evento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e do Correio Braziliense, em Brasília. De acordo com o paranaense, Judiciário vai ter que se acomodar nesse avançar nas prerrogativas do Executivo e do Legislativo. Vai chegar uma hora em que vamos dizer que simplesmente não vamos cumprir mais. Vocês cuidam dos seus que eu cuido do nosso. Não dá mais simplesmente para cumprir as decisões. Elas não têm nenhum fundamento, nenhum sentido, nenhum senso prático”. O parlamentar se referiu a determinação do Supremo Federal Tribunal para que o governo faça o censo demográfico em 2022. "Ninguém vai abrir a porta para o recenseador no meio da pandemia”. Conforme o pronunciamento do deputado, ele defende o enfrentamento à “classe de inimputáveis”. De acordo com o paranaense, trata-se de promotores, juízes e auditores fiscais que “fazem o que querem”. E foi além: “Se um promotor te ofender, não acontece nada. O Brasil tem que enfrentar isso”. Leia outras notícias no Portal RSN.
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