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Gestão de Ricardo Barros no Ministério da Saúde é alvo da Polícia Federal
Conforme a PF, os fatos investigados ocorreram entre 2016 e 2018 e envolveram a compra dos medicamentos de alto custo
Cristina EstecheJornalista
2 min de leitura
Brasília - O ministro da Saúde, Ricardo Barros, concede sua primeira entrevista coletiva à imprensa sobre assuntos relacionados à pasta (Wilson Dias/Agência Brasil)
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[caption id="attachment_191905" align="aligncenter"]Brasília - O ministro da Saúde, Ricardo Barros, concede sua primeira entrevista coletiva à imprensa sobre assuntos relacionados à pasta (Wilson Dias/Agência Brasil)Brasília - O ministro da Saúde, Ricardo Barros, concede sua primeira entrevista coletiva à imprensa sobre assuntos relacionados à pasta (Wilson Dias/Agência Brasil) Ricardo Barros (Foto:Arquivo/RSN)[/caption]
O deputado federal Ricardo Barros (PP) volta a ser alvo de investigações nesta terça (21). Conforme a Polícia Federal, equipes cumprem mandados de busca e apreensão em cinco estados. Entretanto, alguns dos primeiros alvos são endereços residenciais e comerciais do empresário Francisco Maximiano.
As empresas Global e Precisa Medicamentos também estão na mira da PF. De acordo com as investigações, essas empresas estão envolvidas em suposto esquema de fraude na venda de medicamentos. Isso ocorreu na gestão de Ricardo Barros no Ministério da Saúde.
Conforme a PF, os fatos investigados ocorreram entre 2016 e 2018 e envolveram a compra dos medicamentos de alto custo Aldurazyme, Fabrazyme, Myozyme, Elaprase e Soliris/Eculizumabe. Conforme a investigação, a compra foi feita pela Diretoria de Logística em Saúde do Ministério da Saúde. "Foram encontrados indícios de inobservância da legislação administrativa, licitatória e sanitária, além do descumprimento de reiteradas decisões judiciais, com o aparente intento de favorecer determinadas empresas”.
MANDADOS
Segundo a PF, estão sendo cumpridos 15 mandados de busca e apreensão em Alagoas, Minas Gerais, Pernambuco, São Paulo e Distrito Federal. A investigação apura os crimes de fraude à licitação, estelionato, falsidade ideológica. Assim como corrupção passiva, corrupção ativa, prevaricação e advocacia administrativa.
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