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(Foto: Ilustrativa)
OPERAÇÃO ANTAGÔNIO

Gepatria de Guarapuava prende preventivamente ex-vereador em Nova Tebas

O pai dele também foi preso. Os dois são suspeitos de ameaçar testemunhas e falsidade ideológica

Cristina Esteche
Cristina Esteche Jornalista
2 min de leitura

(Foto: Ilustrativa)

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Polícia prende cinco suspeitos pela morte de empresário (Foto: divulgação)Polícia prende cinco suspeitos pela morte de empresário (Foto: divulgação)
A Operação Antagônico foi deflagrada em novembro do ano passado (Foto: Aqruivo)[/caption] O Ministério Público do Paraná divulgou na tarde desta terça (27) o cumprimento de cinco mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão preventiva contra um ex-vereador e seu pai em Nova Tebas. O núcleo de Guarapuava do Grupo Especializado na Proteção ao Patrimônio Público e no Combate à Improbidade Administrativa (Gepatria) foi o responsável pela ação. De acordo com a assessoria, o ex-agente político, que chegou a ser preso em novembro de 2018. Ele é investigado no âmbito da Operação Antagônico, do MPPR, que apurou crimes de concussão. A prisão de hoje ocorreu porque os dois são suspeitos de ameaças a testemunhas no curso de processos administrativo e judiciais e falsidade ideológica. Além disso, os dois foram denunciados pelas próprias vítimas. Entre elas, está um membro da Comissão Processante instaurada pela Câmara Municipal de Nova Tebas para investigar o caso. Além disso, é testemunha nos processos judiciais nos quais o ex-vereador figura como réu. Batizada de Antagônico II, a ação contou com o apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). A assessoria informou ainda que as ordens judiciais de busca e apreensão e prisão foram expedidas pelo Juízo Criminal de Manoel Ribas a pedido do Ministério Público.

CONCUSSÃO

A Operação Antagônico, que foi deflagrada em novembro do ano passado. E apurou que, quando era vereador, o réu exigia pagamentos mensais ao prefeito. Os valores variaram entre R$ 1 mil e R$ 3 mil. Mediante a ameaça de utilizar a prerrogativa parlamentar para difamar a honra do gestor e seu trabalho à frente da prefeitura. Além de dificultar o trâmite de projetos de lei de interesse do município.