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Acusado de matar Rachel Genofre é condenado a 50 anos de prisão
Assim, a condenação se deu por quatro votos a um. Desse modo, são 40 anos de prisão pelo homicídio triplamente qualificado e 10 anos por atentado violento ao pudor
Cristina EstecheJornalista
3 min de leitura
(Foto: Reprodução/Metrópole)
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[caption id="attachment_230812" align="aligncenter"](Foto: Reprodução/Metrópole)(Foto: Reprodução/Metrópole) O corpo de Rachel estava em uma mala dentro da Rodoferroviária de Curitiba (Foto: Reprodução/Metrópole)[/caption]
A sentença de Carlos Eduardo dos Santos é 50 anos de prisão pela morte da menina Rachel Genofre. O júri popular, que ocorreu nessa quarta (12) teve a sentença lida por volta das 23h pelo juiz.
De acordo com as informações, o julgamento ocorreu a portas fechadas, por conta do segredo de justiça. Assim, a condenação se deu por quatro votos a um. Desse modo, são 40 anos de prisão pelo homicídio triplamente qualificado - mediante meio cruel, asfixia e ocultação do corpo -, e a 10 anos por atentado violento ao pudor.
O crime aconteceu em 2008, quando o corpo de Rachel foi encontrado com sinais de violência sexual dentro de uma mala na Rodoferroviária de Curitiba. Um indígena encontrou a mala. O acusado, que estava preso em São Paulo, foi descoberto em 2019, por meio do cruzamento de dados. Ele foi ouvido por videoconferência.
O JÚRI
A sessão teve início por volta das 13h40 dessa quarta (12). O Conselho de Sentença esteve composto por dois homens e cinco mulheres. Ao todo, houve quatro testemunhas de acusação e outras três de defesa. Dessa maneira, a primeira pessoa que prestou depoimento se tratou da mãe de Rachel, Maria Cristina Lobo. Ao final, ela afirmou que a condenação trouxe um pouco de alívio para a família.
O acusado pelo crime foi identificado 11 anos depois, em 2019, com a ajuda de exames de DNA. A identificação ocorreu após o cruzamento de dados das polícias do Paraná, São Paulo e Distrito Federal.
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