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No total, R$ 2 bilhões serão distribuídos para as 33 legendas (Foto: Agência Brasil)

TSE divulga divisão de recursos do fundo eleitoral

O PT vai receber R$ 201 milhões, a maior quantia. O PSL ficou em segundo lugar no rateio e receberá R$ 199 milhões

Cristina Esteche
Cristina Esteche Jornalista
2 min de leitura

No total, R$ 2 bilhões serão distribuídos para as 33 legendas (Foto: Agência Brasil)

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No total, R$ 2 bilhões serão distribuídos para as 33 legendas (Foto: Agência Brasil)No total, R$ 2 bilhões serão distribuídos para as 33 legendas (Foto: Agência Brasil)
No total, R$ 2 bilhões serão distribuídos para as 33 legendas (Foto: Agência Brasil)[/caption] O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou o cálculo da divisão de recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) destinado para as campanhas dos partidos nas eleições de 2020. Os valores foram divulgados nessa quarta (17). No total, R$ 2 bilhões serão distribuídos para as 33 legendas. O PT vai receber R$ 201 milhões, a maior quantia. O PSL ficou em segundo lugar no rateio e receberá R$ 199 milhões. Na terceira posição está o MDB, com R$ 148 milhões. A tabela com a distribuição para todos os partidos pode ser acessada no site do TSE. Ainda de acordo com as informações, o partido Novo e o PRTB abriram mão do fundo e não vão receber recursos para financiar as campanhas de seus candidatos a prefeito, vice-prefeito e vereador. Assim, a distribuição dos recursos leva em conta os votos válidos recebidos pelo partido e número de parlamentares da sigla na Câmara dos Deputados e no Senado.

SESSÃO

Na sessão de ontem (17) do TSE, após pedido de revisão do primeiro cálculo, divulgado no início do mês, o tribunal decidiu considerar que também deve ser levado em conta na divisão dos recursos do fundo o número de senadores eleitos pela legenda nas eleições de 2018, mas que saíram dos partidos. Desse modo, a divisão inicial levou em conta a representatividade das legendas no primeiro dia útil de junho. O Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) foi criado pelo Congresso após a decisão do STF que, em 2015, proibiu o financiamento privado de campanhas políticas. *Com informações de Agência Brasil Leia outras notícias no Portal RSN.
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