Ao vivo
Guarapuava - PR · 21°C Predominantemente nublado
Em breve Agenda completa da região no Portal RSN Shows Feiras, cultura, esporte e serviços em um só lugar Volte todo dia Saiba o que acontece antes de sair de casa Portal RSN Sua agenda regional, atualizada para quem acompanha o portal Em breve Agenda completa da região no Portal RSN Shows Feiras, cultura, esporte e serviços em um só lugar Volte todo dia Saiba o que acontece antes de sair de casa Portal RSN Sua agenda regional, atualizada para quem acompanha o portal
PRODUÇÃO AGRÍCOLA

Tempo seco contribui para colheita de milho safrinha

A colheita do milho safrinha no Centro-Sul está em um ritmo acima da média dos últimos anos

Cristina Esteche
Cristina Esteche Jornalista
2 min de leitura
*Reportagem com áudio/Agência Rádio Mais [caption id="attachment_183883" align="aligncenter"]
milho espiga ouro
Milho safrinha (Foto: Reprodução/Pixabay)[/caption] [audio mp3="https://portalrsn.com.br/content/uploads/2019/06/PRAN197481A.mp3"][/audio] A colheita do milho safrinha na região Centro-Sul está em um ritmo acima da média dos últimos anos. De acordo com a consultoria AgRural, o tempo seco pode estar favorecendo esse desempenho. "Como nós tivemos bom período de plantio e bom desenvolvimento das lavouras, agora nós vemos a colheita se adiantando de forma significativa e até, a última quinta feira, nós já tínhamos 19% da área plantada já colhida. Nós temos um crescimento de nove pontos percentuais na semana", afirmou a consultoria. Se observarmos essa colheita em relação ao mesmo período do ano passado, é possível constatar um aumento considerável, já que em 2018 eram apenas 5% da área já colhida. Na comparação com a média dos últimos cinco anos, o índice é de 7%. "Temos um avanço muito expressivo, mais do triplo da área colhida no mesmo período do ano passado". LARANJA No penúltimo mês da safra de 2018/2019 de laranja, as exportações totais de suco concentrado caíram. O Brasil, que é o maior exportador mundial de suco de laranja, exportou mais 870 milhões de toneladas do produto concentrado e congelado, em todo o acumulado da safra, contra mais de um milhão de toneladas no mesmo período da temporada anterior. Segundo informações da CitrusBR, que é a associação nacional dos exportadores de cítricos, houve uma queda no consumo. "Temos, portanto, uma baixa acumulada de 17% até o mês de maio", informou a consultoria AgRural. O recuo no consumo impactou diretamente as exportações. "Consequentemente, nosso faturamento com exportações também gerou uma receita menor de US$ 1 bilhão e 600 milhões de dólares, 16% a menos que no mesmo período da safra anterior".