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Rodolpho vira réu no caso da morte de dona Filomena, em Guarapuava
Acusado por quatro crimes, Ministério Público pediu que Rodolpho Scherner Neto vá a júri popular
Cristina EstecheJornalista
2 min de leitura
Rodolpho Scherner Neto recebeu voz de prisão um dia após o atropelamento (Foto: RSN)
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[caption id="attachment_196605" align="aligncenter"]Rodolpho se apresentou à justiça quase 35 horas após o acidente (Foto: RSN)rodolpho Rodolpho se apresentou à justiça quase 35 horas após o acidente (Foto: RSN)[/caption]
A Justiça de Guarapuava aceitou a denúncia feita pelo Ministério Público e Rodolpho Scherner Neto vira réu no caso da morte de Filomena Schepansky, de 70 anos. O atropelamento ocorreu no começo da manhã de 12 de janeiro de 2020 na avenida Moacyr Silvestri. Dona Filó e uma irmã estavam no canteiro da avenida e seguiam à Igreja Santa Terezinha numa celebração de missa.
De acordo com a Justiça, Rodolpho deve ir a júri popular pela denúncia de quatro crimes. A morte de dona Filó foi considerada homicídio com dolo eventual, ou seja, quando o agente, mesmo sem querer efetivamente o resultado, assume o risco de matar. Além disso, pesa sobre ele uma tentativa de homicídio já que o veículo que conduzia pegou de raspão da irmã de Filomena
Responderá também por omissão de socorro e fuga. O MP também pediu que Rodolpho seja levado a júri popular e que seja mantida a prisão preventiva. Ele está preso desde o dia 13 de janeiro, na cadeia pública de Guarapuava, quando se entregou à polícia.
O advogado de defesa de Rodolpho, Alan Quartiero, afirmou ao Portal RSN que "a defesa já imaginava a posição do ministério público, todavia em pedido da família não iremos manifestar a técnica jurídica".
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