
DECISÃO
O ministério pediu que a Corte atenda a sugestão dos técnicos militares de fazer uma investigação técnica para melhor conhecimento da compilação do código-fonte. A Defesa pede que o TSE analise esses dois aprimoramentos no futuro:Esses dois pontos contrariam frontalmente as conclusões das demais entidades fiscalizadoras, como o Tribunal de Contas da União (TCU). Bem como, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que atestaram que o sistema eleitoral é seguro e imune a qualquer vício ou irregularidade. A missão da Organização dos Estados Americanos (OEA), que observou as eleições no Brasil, também disse que as eleições transcorreram de forma transparente e que as urnas eletrônicas demonstraram mais uma vez a eficácia.Em consequência, solicito à Corte Eleitoral atender ao sugerido pelos técnicos militares no sentido de: realizar uma investigação técnica para melhor conhecimento do ocorrido. Além disso, promover a análise minuciosa dos códigos binários que efetivamente foram executados nas urnas eletrônicas.
Por fim, o relatório da Defesa valida a totalização dos votos feita pelo TSE. Dessa maneira, o documento afirma que, quanto à fiscalização da totalização, foi constatada, por amostragem, a conformidade entre os boletins de urna impressos e os dados disponibilizados pelo TSE.