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Reforma de cadeia de Irati deve demorar duas semanas
Somente 40, dos 114 presos que estavam na unidade, seguem no prédio. Em Guarapuava, presos da 14ª SDP se negam a sair para banho de sol há 11 dias
Cristina EstecheJornalista
2 min de leitura
Cadeia foi depredada na madrugada de ontem (28) (Foto: Polícia Civil)
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[caption id="attachment_226495" align="aligncenter"]Cadeia foi depredada na madrugada de ontem (28) (Foto: Polícia Civil)Cadeia foi depredada na madrugada de ontem (28) (Foto: Polícia Civil) Cadeia foi depredada na madrugada de ontem (28) (Foto: Polícia Civil)[/caption]
O estrago causado pelos detentos da Cadeia Pública de Irati na madrugada desse domingo (28) já está sendo reparado. De acordo com as informações do Departamento Penitenciário do Paraná, as obras para reforma devem durar duas semanas. Os detentos depredaram a unidade prisional após um início de rebelião.
[caption id="attachment_226496" align="aligncenter"]Presos depredaram galerias (Foto: Polícia Civil)Presos depredaram galerias (Foto: Polícia Civil) Presos depredaram galerias (Foto: Polícia Civil)[/caption]
O chefe de cadeias públicas da Regional de Guarapuava do Depen, Rodrigo Alves Fávaro, informou que 40 detentos permanecem nas dependências da unidade. Além disso, que outros foram transferidos para outros locais até que as obras sejam finalizadas. Presos acessaram as alas externas das galerias e depredaram uma parte do prédio. "Ao todo tinham 114 presos na unidade. Os responsáveis foram identificados e vão responder por dano ao patrimônio público".
https://youtu.be/TVDSe5GFU_k
INÍCIO DE REBELIÃO
Ontem (28), Fávaro explicou que o início de motim ocorreu após uma tentativa frustrada de arremesso de drogas e celulares para o interior da cadeia. Uma pessoa teria acessado o pátio, mas foi flagrada por guardas prisionais.
Imagens de vídeos que circulam nas redes sociais mostram o momento em que um dos presos afirma o que os levou a iniciar a rebelião. De acordo com informações, houve transferência de presos. Os vídeos foram postados nas redes sociais.
https://youtu.be/EDkXODhQWxE
14ª EM GUARAPUAVA
Uma greve iniciada no dia 18 de fevereiro pelos presos da Cadeia Pública de Guarapuava segue vigente. Desse modo, há 11 dias, os detentos se negam a sair para o banho de sol como forma de protesto.
[caption id="attachment_218130" align="aligncenter"]Cadeia (Foto: Ilustrativa/IA)Cadeia (Foto: Ilustrativa/IA) Galeria antiga, sem reforma, sofre com a ação do tempo (Foto: Depen)[/caption]
A ação tem o objetivo de forçar o retorno das visitas e a entregas de sacolas na unidade prisional. A paralisação é estadual, mas nem todos os estabelecimentos prisionais aderiram.