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PM reclama de médica que omitiu dados sobre vítima de agressão
Vítima de agressão teve braços e mãos golpeados com facão, além de dois dedos mutilados. Porém, médica não quis dar informações à equipe policial
Cristina EstecheJornalista
2 min de leitura
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[caption id="attachment_192630" align="alignnone"](Foto: Arquivo/RSN)(Foto: Arquivo/RSN) Viatura policial (Arquivo/RSN)[/caption]
Um caso de omissão de informações médicas chama a atenção neste primeiro dia de 2020. De acordo com a Polícia Militar, na Vila Lemler, distrito de Entre Rios, um homem deu entrada no Hospital Semmelweiss. Ele foi vítima de cortes nos antebraços e mãos, com golpes de facão. De acordo com a esposa da vítima, os dois caminhavam por volta da 1h37 desta quarta quando três homens olharam para eles e disseram “você tá tirando”.
Assim em seguida, um deles utilizando de um facão, desferiu diversos golpes contra a vítima, acertando em seu braço direito e mão esquerda, sendo que dois dedos da mão esquerda foram mutilados. Os três fugiram em seguida e não foram encontrados pela polícia.
De volta ao hospital, a vítima estava sedada e precisava ser transferida para o Instituto Virmond em Guarapuava.
Foi quando os policiais pediram à médica de plantão um protocolo que descrevesse as lesões da vítima para constar no boletim de ocorrência.
Contudo, segundo a polícia, a médica disse que não era perita e que não forneceria as informações. O policial interpelou novamente dizendo que não precisava de uma perícia, mas apenas um auto que constatasse as lesões.
Porém, conforme a polícia, a médica respondeu que “isso dá muito trabalho”, e virou as costas para a equipe policial. Sendo assim, as lesões acima descritas foram relatadas unicamente pela esposa da vítima.
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