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Projeto de melhoramento genético é coordenado pelo Iapar (Foto: Divulgação/Iapar)
AGRICULTURA

Paraná é referência no cultivo de feijão

No estado são 39 cultivares e 16 novas linhagens em fase final de produção

Cristina Esteche
Cristina Esteche Jornalista
2 min de leitura

Projeto de melhoramento genético é coordenado pelo Iapar (Foto: Divulgação/Iapar)

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Projeto de melhoramento genético é coordenado pelo Iapar (Foto: Divulgação/Iapar)Projeto de melhoramento genético é coordenado pelo Iapar (Foto: Divulgação/Iapar)
Projeto de melhoramento genético é coordenado pelo Iapar (Foto: Divulgação/Iapar)[/caption] O Paraná é o maior produtor nacional de feijão-preto e um dos principais no cultivo de outras variedades do grão. Por isso, o Governo do Estado investiu no melhoramento genético para aumentar a rentabilidade e a produtividade. Segundo a assessoria, o trabalho é feito pelo Instituto Agronômico do Paraná (Iapar). São 39 cultivares já registradas, resultado de anos de pesquisas e cruzamentos genéticos. A mais recente, o feijão-preto IPR Urutau, foi lançada em abril, em Ponta Grossa. Além disso, atualmente o Paraná tem 16 novas linhagens em fase final de produção de semente genética e pré-registro para proteção no Ministério da Agricultura. Praticamente todas as variedades consumidas pelos paranaenses. O feijão-preto que está na mesa de todo o país, saiu das mãos dos pesquisadores do Iapar.

CARACTERÍSTICAS

Ciclos de cultivo mais curtos, tolerância a diferentes climas, posição de crescimento que facilita a colheita mecânica. Além disso, a qualidade culinária do grão fazem parte do processo de melhoramento genético. A pesquisadora do Iapar Vânia Moda Cirino, pós-doutora em Genética e Melhoramento de Plantas, explica que das 39 cultivares desenvolvidas pelo instituto desde os anos 1970, aproximadamente 10 estão em franca produção. Conforme ela, as variedades têm uma vida útil e quando são muito plantadas, acabam sendo menos resistentes a pragas e doenças. “Por isso, o melhoramento genético é um processo contínuo que permite colocar no mercado novas variedades, mais resistentes e que superam a anterior em rendimento, além de ganharem outras características”.