Em breveAgenda completa da região no Portal RSNShowsFeiras, cultura, esporte e serviços em um só lugarVolte todo diaSaiba o que acontece antes de sair de casaPortal RSNSua agenda regional, atualizada para quem acompanha o portalEm breveAgenda completa da região no Portal RSNShowsFeiras, cultura, esporte e serviços em um só lugarVolte todo diaSaiba o que acontece antes de sair de casaPortal RSNSua agenda regional, atualizada para quem acompanha o portal
O Peso do Populismo: A Produtividade sob a Ameaça Eleitoral
A proposta de extinção da escala de trabalho 6x1 é o exemplo mais recente de como o populismo eleitoral tenta se sobrepor à racionalidade técnica
Cristina EstecheJornalista
4 min de leitura
Mario Luchetta (Foto: divulgação)
Compartilhar
A produtividade é o pilar mestre da dignidade econômica e a garantia real de sobrevivência de uma nação em um mercado global impiedoso. No Brasil de 2026, assistimos com profunda preocupação ao ressurgimento de pautas que, sob o manto de uma suposta benevolência social, ignoram as leis fundamentais da economia e da competitividade. A proposta de extinção da escala de trabalho seis por um (6x1) é o exemplo mais recente de como o populismo eleitoral tenta se sobrepor à racionalidade técnica, colocando em risco o emprego e a renda de milhões de brasileiros.
O surgimento deste debate em pleno ano eleitoral é um sintoma claro das prioridades invertidas de parte do nosso Congresso Nacional. A representatividade real carece de vozes que compreendam a rotina de quem gera riqueza: a iniciativa privada. O que observamos é um corpo legislativo muitas vezes deficitário em preparo técnico e vivência prática, mais preocupado com a manutenção do poder do que com projetos de Estado duradouros. A discussão sobre a jornada de trabalho, feita de forma isolada e sem a devida análise de impacto, ignora que o custo da mão de obra está diretamente ligado à capacidade de investimento das empresas.
A realidade econômica e cultural do Brasil impõe alertas severos contra essa iniciativa. O Estado brasileiro agigantou-se em sua estrutura burocrática, elevando a carga tributária a níveis insuportáveis que sufocam a dinâmica dos negócios. Enquanto países desenvolvidos discutem flexibilidade baseada em ganhos de eficiência e tecnologia, o Brasil ainda lida com uma insegurança jurídica crônica e uma baixa produtividade média. Alterar a escala 6x1 de forma arbitrária, sem reformas estruturais prévias, resulta inevitavelmente no aumento dos custos de produção, na perda de competitividade internacional e, no limite, no fechamento de postos de trabalho.
PAUTA URGENTE
A pauta urgente do Brasil é outra. A verdadeira defesa da população reside no enxugamento da máquina pública, na diminuição drástica do tamanho do Estado e na redução da carga tributária que penaliza quem produz. O foco deve estar na superação do assistencialismo que escraviza eleitores e na implementação de políticas que estimulem o desenvolvimento com responsabilidade fiscal. Precisamos de coragem moral para enfrentar o "Leviatã" estatal e transformar o Brasil em um ambiente saudável para os negócios, com logística adequada e livre concorrência.
A esperança para a nossa República encontra-se na renovação qualificada do Parlamento. O eleitor possui o dever cívico de analisar as propostas e a trajetória dos candidatos, escolhendo aqueles que possuem preparo técnico e compromisso com os princípios constitucionais. Devemos privilegiar representantes que entendam que a riqueza de uma nação é fruto do trabalho e da liberdade econômica, e não de decretos populistas que prometem facilidades imediatas ao custo de uma crise futura.
GRITA
O momento exige protagonismo da sociedade civil organizada. Movimentos como o GRITA tornam-se essenciais para cobrar que o Congresso Nacional trate de reformas que realmente interessem à produtividade brasileira, como a desburocratização e a abertura de mercado. É imperativo ocupar os espaços de decisão com pessoas que defendam a população de bem, aquela que deseja viver em um país com respeito, transparência e justiça, onde o esforço individual seja recompensado e a propriedade seja protegida.
A transformação do Brasil em uma potência desenvolvida exige o abandono de soluções fáceis para problemas complexos. A manutenção da escala 6x1, dentro do contexto atual, é uma medida de preservação da nossa competitividade. O progresso real em 2026 virá através da educação de qualidade, da revolução industrial tecnológica e de uma gestão pública que pare de atrapalhar quem trabalha. A liberdade agradece o fim das amarras ideológicas e o início de uma era pautada pelo mérito e pela verdade.
Leia outras notícias no Portal RSN.
RODAPÉ 3