
Conforme Cris Wainer, uma próxima assembleia está sendo marcada para segunda (5). "Vamos discutir quais serão os próximos passos". De acordo com a vereadora, a categoria não abre mão do direito de receber o piso nacional. Ela disse também que a resposta do prefeito Celso Góes veio por mensagem no WhatsApp. "Nos foi dito que uma reunião vai ser agendada".
Se o Sindicato alega que a greve foi deflagrada porque o prefeito não cumpriu o agendamento de reunião para negociação, a administração diz o contrário. De acordo com o prefeito, o acordo seria que nova discussão ocorreria após o segundo semestre de setembro. A justificativa é o limite prudencial exigido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). "Conforme aumenta a arrecadação, o limite cai. E é o fim do quadriênio físico-orçamentário. Assim temos condições de dar o piso. Há registro em ata dessa negociação". Assim sendo, conforme a administração, a paralisação teve um cunho eleitoreiro.
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