Ao vivo
Guarapuava - PR · 21°C Predominantemente nublado
Em breve Agenda completa da região no Portal RSN Shows Feiras, cultura, esporte e serviços em um só lugar Volte todo dia Saiba o que acontece antes de sair de casa Portal RSN Sua agenda regional, atualizada para quem acompanha o portal Em breve Agenda completa da região no Portal RSN Shows Feiras, cultura, esporte e serviços em um só lugar Volte todo dia Saiba o que acontece antes de sair de casa Portal RSN Sua agenda regional, atualizada para quem acompanha o portal
Manvailer durante entrevista à Rede Record (Foto: Reprodução/Domingo Espetacular)
SEGUNDO DIA

Julgamento de Luis Felipe Manvailer entra no segundo dia

Das 17 testemunhas previstas para o julgamento, somente duas foram ouvidas ontem (4). Defesa do réu preso mudou o tom

Cristina Esteche
Cristina Esteche Jornalista
2 min de leitura

Manvailer durante entrevista à Rede Record (Foto: Reprodução/Domingo Espetacular)

[caption id="attachment_218932" align="aligncenter"]
Manvailer durante entrevista à Rede Record (Foto: Reprodução/Domingo Espetacular)Manvailer durante entrevista à Rede Record (Foto: Reprodução/Domingo Espetacular)
Manvailer durante entrevista à Rede Record (Foto: Reprodução/Domingo Espetacular)[/caption] Desde às 9h da manhã de ontem (4) ocorre o júri popular de Luis Felipe Manvailer. Ele é acusado de matar a advogada Tatiane Spitzner na madrugada do dia 22 de julho de 2018. A defesa de Luis Felipe Manvailer afirma que Tatiane se jogou da sacada do edifício onde o casal morava. Após a queda, do quarto andar do edifício, o acusado recolheu o corpo de Tatiane, limpou marcas de sangue do elevador e fugiu, momento antes da chegada da polícia. Por fim, todas as câmeras de segurança flagraram a ação. O primeiro dia foi marcado pelo depoimento do delegado de Polícia Civil, Bruno Maciozek. Ele prestou depoimento por aproximadamente 5h. E em alguns momentos foi surpreendido por afirmações da defesa do réu preso. Assim, a defesa fala sobre o boletim do Centro de Operação da Polícia Militar (Copom). Nestes documentos, há relatos de uma ocorrência em que pessoas chamavam atendimento para uma situação de suicídio. Bruno alegou não ter conhecimento, pois não pertence à corporação e reiterou que assumiu o caso no dia seguinte ao crime. O responsável pelo plantão era o delegado Wellington Daikubara. Outro questionamento da defesa foi sobre a prisão em flagrante de Luis Felipe. Desta maneira, o advogado afirma que às 6h45 do dia que foi preso, Manvailer já era considerado suspeito de homicídio. Assim, questionou o delegado se havia elementos suficientes para caracterizar a suspeita. Maciozek afirmou que acredita que sim. Além disso, Bruno disse que não teve acesso a alguns documentos quando iniciou a investigação e que não conversou com o perito que fotografou o local de morte. A sessão foi encerrada por volta das 21h após o depoimento de uma das vizinhas do casal. A sessão desta quinta (5) terá início a partir das 8h30. Leia outras notícias no Portal RSN.
rodape-rede-solidaria