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(Foto: Divulgação)
CORRUPÇÃO

Gaeco de Guarapuava apoia operação 'Cleptocracia' em Iporã

Gaeco está cumprindo 40 mandados de busca e apreensão e cinco mandados de prisões preventivas. O foco é a Prefeitura de Iporã

Cristina Esteche
Cristina Esteche Jornalista
2 min de leitura

(Foto: Divulgação)

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Gaeco (Foto Ilustrativa: Divulgação)Gaeco (Foto Ilustrativa: Divulgação)
Gaeco em atuação (Foto: Divulgação)[/caption] O Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) de Guarapuava está participando nessa quarta (2) da operação Cleptocracia. De acordo com o Ministério Público do Paraná, estão sendo cumpridos cinco mandados de prisões preventivas e 40 mandados de busca e apreensão. Assim, o foco é e prefeitura de Iporã, no Noroeste do Estado. Conforme o MP, a operação investiga atuação de organização criminosa em fraudes a licitações, corrupção passiva. Além de falsidade ideológica e peculato. O prefeito de Iporã, Roberto da Silva (PSDB) , um dos investigados e alvos dos mandados de busca, foi afastado do cargo. Ele está impedido pelo Tribunal de Justiça de frequentar a prefeitura. Todavia também são alvos dos mandados de prisão dois secretários municipais de Iporã (de Obras e de Finanças), um servidor público e outros dois integrantes da organização. Eles são apontados como principais colaboradores das fraudes.

INVESTIGAÇÕES

Conforme o MP, as investigações começaram há 10 meses pelo Núcleo de Cascavel e Promotoria de Justiça de Iporã. De acordo com as investigações, o grupo fraudava licitações para beneficiar empresas. Todas estavam em nome de ‘laranjas. Porém, eram do prefeito e familiares. Assim, a maioria dos mandados forma cumpridos em Iporã (22) e outros municípios. Conforme o MP, em Curitiba (1), Umuarama (4), Santa Izabel do Ivaí (1), Toledo (1), Marechal Cândido Rondon (2), Palotina (1) e Tapejara (2). São residências, de secretarias municipais, empresas e escritórios contábeis. Já, outros seis mandados foram expedidos pelo Tribunal de Justiça e são cumpridos no gabinete do prefeito de Iporã, na casa e na fazenda rural. Além das duas empresas e de instituição de ensino. Além disso, também foram suspensos 12 contratos com empresas suspeitas. Leia outras notícias no Portal RSN.