Em breveAgenda completa da região no Portal RSNShowsFeiras, cultura, esporte e serviços em um só lugarVolte todo diaSaiba o que acontece antes de sair de casaPortal RSNSua agenda regional, atualizada para quem acompanha o portalEm breveAgenda completa da região no Portal RSNShowsFeiras, cultura, esporte e serviços em um só lugarVolte todo diaSaiba o que acontece antes de sair de casaPortal RSNSua agenda regional, atualizada para quem acompanha o portal
Antes da elevação, a taxa básica, a Selic, era de 7,75%. Esta é a sétima alta consecutiva, mas já era esperada pelo mercado financeiro
VN
Vallery NascimentoJornalista
2 min de leitura
(Reprodução/Pexels)
Compartilhar
[caption id="attachment_245258" align="aligncenter"](Reprodução/Pexels)(Reprodução/Pexels) Conforme as informações, a elevação da taxa já era esperada pelo mercado financeiro (Foto: Reprodução/Pexels)[/caption]
O Banco Central (BC) fez mais um ajuste nos juros básicos para tentar segurar a alta dos preços devido o aumento da inflação. Desse modo, por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) elevou a taxa básica de juros, a Selic, de 7,75% para 9,25% ao ano.
Os analistas do mercado financeiro já esperavam a decisão tomada nessa quarta (8). Sendo assim, esse foi o sétimo reajuste consecutivo na taxa Selic, depois de passar seis anos sem elevação. De março a junho, o Copom elevou a taxa em 0,75 ponto percentual em cada encontro.
Porém, no início de agosto, o BC passou a aumentar a Selic em 1 ponto a cada reunião. No último encontro, em outubro, o reajuste chegou a 1,25 ponto percentual.
INFLAÇÃO
A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Assim sendo, a elevação da taxa ajuda a controlar a inflação. Isso porque, os juros maiores encarecem o crédito e desestimulam a produção e o consumo.
Por outro lado, taxas mais altas dificultam a recuperação da economia. Portanto, ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação.
Por fim, para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.
Leia outras notícias no Portal RSN.
rodape rodapé rsn rede sociais