Em breveAgenda completa da região no Portal RSNShowsFeiras, cultura, esporte e serviços em um só lugarVolte todo diaSaiba o que acontece antes de sair de casaPortal RSNSua agenda regional, atualizada para quem acompanha o portalEm breveAgenda completa da região no Portal RSNShowsFeiras, cultura, esporte e serviços em um só lugarVolte todo diaSaiba o que acontece antes de sair de casaPortal RSNSua agenda regional, atualizada para quem acompanha o portal
Bolsonaro exonera secretário de Cultura, Roberto Alvim
A causa foi um pronunciamento nazista feito por Alvim para anunciar o lançamento do Prêmio Nacional das Artes. Trechos citados remetem a Hitler
Cristina EstecheJornalista
2 min de leitura
Presidente Jair Bolsonaro cumprimenta turistas e fala à imprensa no Palácio da Alvorada
Compartilhar
[caption id="attachment_194580" align="alignnone"]O anúncio foi feito no twitter do presidente Jair Bolsonaro. (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)O anúncio foi feito no twitter do presidente Jair Bolsonaro. (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil) Bolsonaro exonera o secretário Especial da Cultura, Roberto Alvim (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)[/caption]
O presidente Jair Bolsonaro comunicou nesta sexta (17) o desligamento do secretário Especial da Cultura, Roberto Alvim, do cargo. O Presidente classificou o discurso em vídeo de Alvim como sendo "um pronunciamento infeliz, ainda que tenha se desculpado, tornou insustentável a sua permanência". O comunicado foi feito em nota distribuída pela Comunicação oficial.
Conforme já divulgado, na madrugada dessa quinta (16), Alvim divulgou um vídeo, em sua conta no Twitter, que remete a trechos de um discurso do ministro da propaganda nazista, Joseph Goebbels. No vídeo, o secretário fala sobre o lançamento do Prêmio Nacional das Artes. Diz que que seria o ideal artístico para a pasta. Assim, como música de fundo, o secretário escolheu uma ópera de Wagner, compositor preferido do líder nazista, Adolph Hitler.
A NOTA
Na nota, o presidente Bolsonaro reiterou seu repúdio às ideologias totalitárias e genocidas, bem como qualquer tipo de ilação às mesmas. "Manifestamos também nosso total e irrestrito apoio à comunidade judaica, da qual somos amigos e compartilhamos valores em comum".
Entretanto, esta foi apenas uma das polêmicas envolvendo o atual governo. Ainda nesta semana, o chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), Fabio Wajngarten, foi acusado de receber dinheiro de emissoras de televisão, como a Band e a Record, que são beneficiadas por suas decisões. Essas empresas são duas das cinco que recebem do governo. Fabio é responsável pela distribuição de verbas publicitárias do governo federal.
Ele é sócio majoritário da FW Comunicação e Marketing, e detém 95% das cotas da empresa. A FW oferece serviço de controle de concorrência e 'checking'. Além de também faz estudos de mídia. Apesar desse envolvimento, o Presidente Jair Bolsonaro o manteve no cargo.
Leia outras notícias no Portal RSN.