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Após depoimento de testemunhas, interrogatório do réu tem data marcada
Nesta quinta (21), seis pessoas falaram à Justiça no Fórum de Guarapuava
Cristina EstecheJornalista
2 min de leitura
saulo
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*Reportagematualizadaàs23h28 dodia21demarçopararetificaçãodeinformações.
A audiência de instruçãoda 1ª Vara Criminal ocorrida na tarde desta quinta feira (21) ouviu seis testemunhas do processo que investiga a morte do jovem turvense Saulo Filipim Prestes, de 21 anos, ocorrida no dia 23 de julho de 2016, no Centro da cidade. O réu no processo, policial militar Toni Silvério Muniz Júnior, acusado pelo Ministério Público (MP) pelo crime de homicídio doloso (quando há a intenção de matar) acompanhou os depoimentos.
[caption id="attachment_163339" align="aligncenter"]saulo (Foto: Reprodução/Facebook)[/caption]
Das 16 testemunhas previstas para falarem, apenas seis prestaram depoimento, entre elas o pai e a mãe da vítima Saulo. De acordo com os advogados, tanto de acusação, quanto de defesa, algumas testemunhas foram dispensadas e outras devem falar em audiência por carta precatória, procedimento feito quando a testemunha chamada para depor pertence a outra Comarca, que não a de origem do processo, ou seja, fora de Guarapuava.
Em virtude da ausência desses depoimentos, o interrogatório do acusado não ocorreu hoje. A nova data prevista para que Toni Silvério Muniz Júnior fale à Justiça sobre o caso é 3 de julho de 2019, às 14h, na 1ª Vara Criminal do Fórum da Comarca de Guarapuava.
Neste processo, o advogado criminalista Marinaldo Rattes atua como auxiliar de acusação, a serviço da família de Saulo. Já Eduardo Miléo é responsável pela defesa do réu Toni Silvério.