Ao vivo
Guarapuava - PR · 21°C Predominantemente nublado
Em breve Agenda completa da região no Portal RSN Shows Feiras, cultura, esporte e serviços em um só lugar Volte todo dia Saiba o que acontece antes de sair de casa Portal RSN Sua agenda regional, atualizada para quem acompanha o portal Em breve Agenda completa da região no Portal RSN Shows Feiras, cultura, esporte e serviços em um só lugar Volte todo dia Saiba o que acontece antes de sair de casa Portal RSN Sua agenda regional, atualizada para quem acompanha o portal
(Foto: Reprodução/Metrópole)
JULGAMENTO

Após 13 anos, julgamento do caso Rachel Genofre ocorre hoje (12)

O corpo da menina Raquel Genofre estava dentro de uma mala na Rodoviária de Curitiba. O culpado foi encontrado após 11 anos

Antunes
Antunes Jornalista
2 min de leitura

(Foto: Reprodução/Metrópole)

[caption id="attachment_230812" align="aligncenter"]
(Foto: Reprodução/Metrópole)(Foto: Reprodução/Metrópole)
Após 13 anos, julgamento do caso Rachel Genofre ocorre hoje (12) (Foto: Reprodução/Metrópole)[/caption] O julgamento de Carlos Eduardo dos Santos, acusado de matar Rachel Genofre há cerca de 13 anos, deve provocar um embate entre a defesa e a acusação. Isso porque, surgiram questionamentos sobre a validade das provas levantadas em torno do banco nacional de genes. Julgamento ocorre hoje (12), em Curitiba. Conforme a acusação, o júri popular precisa levar em consideração o avanço da tecnologia para condenar o acusado.Ele confessou ter matado Rachel após o exame de DNA afirmar que ele cometeu o crime. A defesa deverá questionar a validade das provas levantadas tantos anos depois.
De acordo com Daniel Gaspar, advogado da acusação, haverá destaque para o trabalho científico pelo Instituto Médico Legal (IML) e criação de um banco nacional de genes serão destacados.

O CASO

O corpo da menina Raquel Genofre foi encontrado dentro de uma mala na Rodoviária de Curitiba. De acordo com informações da época, foi deixado lá. Assim, às 2h30 de 5 de novembro de 2008, um indígena encontrou. Ninguém sabe como a mala chegou ao local. É que as câmeras de segurança instaladas no ponto não estavam funcionando. De acordo com a polícia, o réu raptou Rachel enquanto ela ia do colégio onde estudava ao ponto de ônibus. Raquel tinha 9 anos de idade. Assim, durante esse tempo o caso era mais uma incógnita para a polícia.
O acusado pelo crime foi identificado 11 anos depois, em 2019, com a ajuda de exames de DNA. A identificação ocorreu após o cruzamento de dados das polícias do Paraná, São Paulo e Distrito Federal.

DEFESA

Carlos Eduardo, que está preso em São Paulo e condenado há 25 anos por outros crimes, irá participar do júri de forma remota. Segundo a defesa, o réu não deverá exercer o direito de ficar em silêncio e o objetivo é colocar um ponto final neste caso para que se estabeleça a verdade. Por fim, há pedido de pena máxima ao réu Carlos Eduardo. Leia outras notícias no Portal RSN.
rodape-rede-solidaria