Ao vivo
Guarapuava - PR · 21°C Predominantemente nublado
Em breve Agenda completa da região no Portal RSN Shows Feiras, cultura, esporte e serviços em um só lugar Volte todo dia Saiba o que acontece antes de sair de casa Portal RSN Sua agenda regional, atualizada para quem acompanha o portal Em breve Agenda completa da região no Portal RSN Shows Feiras, cultura, esporte e serviços em um só lugar Volte todo dia Saiba o que acontece antes de sair de casa Portal RSN Sua agenda regional, atualizada para quem acompanha o portal
imagem-103942

Ação do MP: PPS diz que contratações foram legais

Cristina Esteche
Cristina Esteche Jornalista
3 min de leitura

imagem-103942

Da Redação

Guarapuava - O Diretório Estadual do PPS divulgou Nota Oficial sobre o caso envolvendo quatro políticos suspeitos de improbidade administrativa, em denúncia apresentada à Justiça pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR). Os políticos são suspeitos de nomear funcionários na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) para trabalharem para o partido. O PPS nega e diz que tem “absoluta convicção da legalidade de todos os seus atos; e vai contestar em juízo, com toda serenidade, o entendimento do Ministério Público”.

A ação envolve o deputado e líder do PPS na Câmara dos Deputados, Rubens Bueno, o secretário estadual de Esportes e Turismo, Douglas Fabrício, o prefeito de Guarapuava, Cesar Silvestri Filho, e o prefeito de Ponta Grossa, Marcelo Rangel. O MP-PR pede a devolução de R$11,3 milhões, além da suspensão dos direitos políticos dos investigados.

De acordo com a ação, as contratações foram realizadas no período entre janeiro de 2009 e agosto de 2013, quando Douglas Fabrício, Cesar e Marcelo Rangel eram deputados estaduais , enquanto Rubens Bueno já era o presidente do Diretório Estadual.

A nota na íntegra

A propósito da Ação Civil Pública proposta pelo Ministério Público do Paraná, o Diretório Estadual do Partido Popular Socialista – PPS/PR – manifesta à sociedade paranaense o seguinte:

1. O PPS/PR tem absoluta convicção da legalidade de todos os seus atos e vai contestar em juízo, com toda serenidade, o entendimento do Ministério Público.

2. Ainda que neste caso o considere equivocado, o PPS/PR reconhece que o Ministério Público está cumprindo o seu papel de vigilância permanente da atuação dos representantes do povo.

3. Finalmente, o PPS/PR reafirma a sua confiança na manifestação final da Justiça, reconhecendo a legitimidade e licitude das atividades parlamentares e políticas de seus representantes.

Compartilhar