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Prude faz história na Série Bronze, mas fica em segundo na final
Prude venceu no tempo normal, lutou na prorrogação e caiu nos pênaltis, mas saiu maior graças ao apoio inabalável da torcida
Cristina EstecheJornalista
2 min de leitura
Prude é vice na Série Bronze (Foto: divulgação)
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Uma uma noite que começou muito antes do apito inicial, o Ginásio Gilmar Agibert viveu um daqueles capítulos que marcam gerações. Era a final da Série Bronze, mas para Prudentópolis o significado ia muito além. De acordo com a comissão técnica, era o desfecho de uma campanha construída no suor, na superação e no renascimento do Prude Futsal. Um projeto que, há poucas temporadas, lutava para se reerguer no cenário estadual.
Horas antes da bola rolar, conforme a comissão técnica, a cidade já pulsava. Ruas pintadas, buzinaços, camisetas laranja por todos os lados. A torcida transformou o ginásio em um caldeirão muito antes do início do jogo. E essa energia permaneceu firme durante cada minuto da decisão. "Como se Prude e cidade dividissem o mesmo coração".
Dentro de quadra, o time correspondeu. No tempo normal, venceu por 4 a 2, com gols de Matheus Becher, Tibagi, Jaison e do goleiro Rafael Rodrigues. Rafael protagonizou uma atuação que incendiou as arquibancadas e simbolizou o espírito combativo da equipe.
O DRAMA DOS PÊNALTIS
Na prorrogação, o 1 a 1 com gol de Ton manteve viva a esperança prudentopolitana, empurrando o jogo para um final dramático. Cada ataque era um rugido da torcida, cada defesa um suspiro coletivo. Era a essência do futsal: imprevisível, emocional, apaixonado.
Nos pênaltis, de acordo com a comissão, o detalhe fez a diferença. O Cândido Futsal venceu por 5 a 4, interrompendo o sonho do título. Mas o que veio depois transformou derrota em grandeza.
A torcida não foi embora. Aplaudiu. Abraçou o time. Cantou mais alto do que nunca.
A trajetória do Prude até essa final é, por si só, uma conquista, de acordo com a comissão. Um time que retornou aos holofotes com trabalho de base, planejamento e uma identidade muito clara: representar o torcedor, lutar por cada bola e fazer do ginásio um território emocional. A campanha na Série Bronze recolocou o clube no mapa, elevou a autoestima da cidade e mostrou que o projeto tem fôlego para voos maiores.
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