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Luis Felipe Manvailer segue preso na Penitenciária Industrial de Guarapuava (PIG) desde o dia seguinte da morte da advogada Tatiane Spitzner. O júri chegou a ser considerado um dos maiores da década no Brasil por conta da complexidade. A acusação aponta que Manvailer cometeu feminicídio qualificado por morte mediante asfixia e meio cruel, além de fraude processual, na madrugada de 22 de julho de 2018.
Ademais, a defesa afirmou que trará novidades e que os vídeos não exibidos na última sessão estão anexados ao processo. Rodrigo Crema deve depor desta vez. Ele não esteve no plenário em 10 de fevereiro pois estava em viagem. Além disso, a acusação explicou que os advogados de Manvailer deveriam ter juntado os vídeos ao Projudi antes da sessão anterior. Com o abandono e adiamento da sessão, abriu-se a possibilidade para juntassem esses vídeos.
O CASO
Luis Felipe Manvailer afirma que Tatiane se jogou da sacada do edifício onde o casal morava. Após a queda do quarto andar do edifício na madrugada de 22 de julho de 2018, o acusado recolheu o corpo de Tatiane, limpou marcas de sangue do elevador e fugiu, momento antes da chegada da polícia. Por fim, todas as câmeras de segurança flagraram a ação.
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