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História da mulher na PMPR rende prêmio no RJ para tenente de Irati
Trabalho “Sou Mulher e Policial Militar" da tenente ganhou o II Concurso Nacional de Artigos Científicos para profissionais da segurança pública
AntunesJornalista
2 min de leitura
(Foto: Reprodução/Portal Clique)
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[caption id="attachment_245104" align="aligncenter"](Foto: Reprodução/Portal Clique)(Foto: Reprodução/Portal Clique) Para a tenente, aos poucos a mulher vai conquistando o lugar na segurança pública (Foto: Reprodução/Portal Clique)[/caption]
A tenente Gisleia Ferreira, que atua na 8ª Companhia Independente de Polícia Militar, ficou em primeiro lugar no II Concurso Nacional de Artigos Científicos para profissionais da segurança pública. A premiação, feita pela Polícia Militar do Rio de Janeiro, ocorreu na capital carioca.
Gisleia escreveu sobre a história da policial feminina no Paraná. “Foi um dos dias mais emocionantes da minha vida. Eu, uma pessoa simples, mas que sempre me dediquei aos estudos, foi uma realização para mim e minha família”. Além disso, ela ainda dedicou o prêmio a todos os professores que a incentivaram nos estudos.
O artigo “Sou Mulher e Policial Militar: problematizações acerca da presença de mulheres em meio à Corporação Militar do Estado do Paraná”, contou que a Polícia Militar do Paraná foi instituída em 1854. Contudo só em 1978 admitiu mulheres no quadro policial.
Inicialmente as mulheres foram formadas para atuar na parte ‘light’, como problemas com mulheres, idosos, crianças e trânsito. Em 1981 as primeiras oficiais femininas se formaram na Academia Policial Militar do Guatupê. Entretanto, inicialmente tinham poucas vagas para mulheres.
Conforme a policial, foi com muita luta que aos poucos o espaço foi conquistado na PMPR. “Hoje, nos concursos para ingresso, até 50% das vagas são para mulheres. Aos poucos vamos demonstrando nossa capacidade de atuar na área da segurança pública, tanto na área administrativa, quanto operacional, e na de comando”.
(*Com informações do Portal Clique)
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