Depois de registrar saldo positivo de 177 empregos com carteira assinada em agosto, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), em setembro, Guarapuava voltou a registrar saldo negativo de trabalhadores com carteira assinada.
Assim sendo, foram 2.282 admissões contra 2.508 desligamentos no mês, saldo negativo de 226 postos. Antes de agosto, o município amargou três meses seguidos de saldo negativo. Em maio (-349), junho (-394) e julho (-79). O estoque total de empregos formais na cidade está em 45.652.
O Comércio liderou a queda nos postos de trabalho. Houve 870 admissões contra 1.152 demissões, gerando saldo de 282 vagas de trabalho encerradas. Depois vem a Indústria com contratação de 299 trabalhadores e 350 desligamentos, saldo negativo de 51 vagas. E a Agropecuária também fechou postos de trabalho, com 75 admissões e 96 demissões, saldo negativo de 21 postos de trabalho.
Já os setores da Construção Civil e de Serviços tiveram saldo positivo de vagas de trabalho em Guarapuava. Na Construção foram admitidos 218 e demitidos 165, gerando saldo positivo de 53 vagas. Já no setor de Serviços, a admissão ficou em 820 com 745 desligamentos, e saldo positivo de 75 vagas.
PARANÁ
O mercado de trabalho do Paraná continua em alta, com a geração de 81.755 vagas de emprego com carteira assinada entre janeiro e setembro de 2026. O Estado lidera na criação de empregos formais no Sul do País e fica na quinta colocação no cenário nacional, segundo os dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged).
No acumulado do ano, o Paraná ficou à frente de Santa Catarina, que abriu 73.572 novas vagas, e gerou mais que o dobro de postos de trabalho que o Rio Grande do Sul no período, que fechou os primeiros nove meses com saldo de 35.018 vagas.
BRASIL
No Brasil os números também são positivos como no Paraná, com saldo positivo de 121.305 vagas de trabalho. E o estoque empregos ficou em 48.359.577.