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Alunos da Faculdade Guarapuava apresentam pesquisa em erva-mate
Análise sensorial feita por alunos de Agronomia será mostrada no Seminário de Pesquisa, Iniciação Científica e Extensão, de 8 a 11 de novembro
Cristina EstecheJornalista
2 min de leitura
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[caption id="attachment_242579" align="aligncenter"](Foto: Divulgação/Faculdade Guarapuava)(Foto: Divulgação/Faculdade Guarapuava) Alunos se dedicam a pesquisar a erva-mate (Foto: Divulgação/FG)[/caption]
Três alunos de Engenharia Agronômica da Faculdade Guarapuava (FG) fazem uma análise sensorial da erva-mate (Illex paraguariensis). O resultado do trabalho é um dos temas do Seminário de Pesquisa, Iniciação Científica e Extensão (Sepex). Conforme a FG, a 10ª edição anual, ocorre entre 8 e 11 de novembro na sede do Campus Jordão.
Assim, para mensurar a contribuição dos trabalhos, basta saber o proveito que produtores podem obter com a pesquisa. No caso dos alunos Pedro Miguel Diachuk, Ricardo José dos Santos e Luan Ribeiro Santini, por exemplo, a análise conta com três partes. De acordo com os acadêmicos, Ricardo estudou a influência da incidência de luz no erval. Enquanto as técnicas de manejo e poda ficam sob a responsabilidade de Pedro. Já a análise sensorial ficou por conta de Luan Ribeiro Santini.
[caption id="attachment_242578" align="aligncenter"](Foto: Divulgação/Faculdade Guarapuava)(Foto: Divulgação/Faculdade Guarapuava) Aluno de agronomia da FG (Foto: Divulgação/FG)[/caption]
Conforme os estudantes, o trabalho teve o objetivo de analisar o comportamento do erval. Isso a partir de diferentes condições de luminosidade. Além de manejo como podas, implantação, pragas e doenças. E ainda, diferenciar o rendimento dos talhões. Estes escolhidos por meio das informações obtidas em cada visita. "Com os dados e feita a poda, análises e pesagem, a erva mate moída passou pela análise sensorial. Assim pode-se observar a diferença de sabor, aroma e coloração. Isso tudo a partir de diferentes tipos de manejo e intensidade de luz. Incluindo as pragas e doenças com maior ocorrência nos talhões".
De acordo com os estudantes, a produção ervateira já faz parte das famílias. Dessa forma, os resultados e o conhecimento obtidos vão auxiliar no dia a dia da produção. Segundo os três, haverá ganho com qualidade, produtividade e geração de renda.
SERVIÇO
Inscrições agora somente para ouvintes nos dias 4; 5 e 8 de novembro. Exclusivamente na central de atendimento – unidade I – Jordão. Investimento de R$ 50.
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(Foto: Divulgação)(Foto: Divulgação)